Ainda dá tempo de visitar a maior exposição “Joan Miró – A Força da Matéria”, dedicada ao artista Joan Miró no Instituto Tomie Ohtake. Na mostra estão expostas 112 obras, sendo em 41 pinturas, 22 esculturas, 20 desenhos, 26 gravuras e três objetos, além de fotografias sobre a vida do artista catalão. As obras estão divididas, cronologicamente, em três seções: anos 30 e 40; anos 50 e 60; e anos 70.
Na primeira seção, o interesse do pintor pelas pinturas e desenhos da época da Guerra Civil Espanhola e da Segunda Guerra Mundial. Surgidas no final dos anos 20, as famosas colagens de Miró também podem ser vistas neste período.
Nas fases dos anos 50 e 60, o artista já experimentava diversos tipos de técnicas e matérias, incluindo a escultura. Já nos anos 70, Miró segue questionando a arte e utilizando suportes inusitados, o que pode ser verificado em sua coleção de gravuras. Valter Hugo Mãe, escritor angolano radicado em Portugal, assina o texto da exposição brasileira e ressalta a ligação entre João Cabral de Melo Neto e a obra de Miró. A exposição faz temporada no instituto, depois segue para o MASC (Museu de Arte de Santa Catarina), em Florianópolis, onde fica de 2 de setembro a 14 de novembro.




Joan Miró – A Força da Matéria (até dia 16 de agosto)
Instituto Tomie Ohtake – Av. Brig. Faria Lima 201, Pinheiros.
De terça a domingo, das 11h às 20h
Informações: 2245-1900
Fotos: divulgação.
